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Artigo
Publicado em 13/11/2014 por Renata Silva

O relatório da Direção-Geral de Saúde sobre "Doenças Cérebro-Cardiovasculares em Números – 2014" divulgado hoje dá conta que as doenças que as doenças cerebrovasculares, como o AVC, matam mais do que as doenças isquémicas do coração, ao contrário do que se tem vindo a verificar no resto da Europa.

O documento destaca ainda que tem existido um "decréscimo progressivo e notório das doenças do aparelho circulatório como causas de morte na população portuguesa", mas não significativo. 

Para este facto, diz o documento, não existe ainda explicação. O relatório adiantou ainda que a mortalidade prematura em Portugal por doenças do aparelho circulatório desceu 18% em quatro anos, entre 2008 e 2012, sendo que também se registou uma redução da mortalidade precoce por doenças cerebrovasculares.

Estes dados são avaliados através dos "anos potenciais de vida perdidos", ou seja, quando a população deixa de viver por morte prematura, antes dos 70 anos. Mesmo assim estas duas doenças estão no topo das doenças em que mais anos se perdem apenas ultrapassadas pelas doenças atribuíveis ao álcool, em primeiro lugar e pelos tumores malignos no pulmão, traqueia e brônquios.

Esta evolução, segundo o relatório, "assume uma maior expressão na doença isquémica do coração e no sexo feminino". O documento indica ainda que a hipertensão é o factor de risco mais associado à mortalidade, seguido do consumo de sal.

Foto: flickr/usnavy

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