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Publicado em 11/7/2012 por Susana Pereira

Autor: Ian Stewart

Editora: Relógio D'Água

Número de Páginas: 160

Palavras-Chave: matemática; demonstração; cartas; pensamento matemático

 

Sobre o autor:

Ian Stewart é Professor de Matemática na Universidade de Warwick e divulgador de matemática, autor de livros como "Deus Joga aos Dados?", "Nature's Numbers" e "Flatterland". Em 2009, foi galardoado com a medalha de Christopher Zeeman, em reconhecimento do seu trabalho na promoção e divulgação da matemática.

É membro da Royal Society desde 2001 e enquanto académico escreveu mais de 140 artigos científicos.

 

Sinopse Ciência 2.0:

"Cartas a uma Jovem Matemática", como o próprio nome indica, é um conjunto de cartas trocadas entre Meg, uma jovem com um fascínio pela matemática, e um matemático.

Desde o final do ensino secundário até se tornar Professora Assistente, Meg vai procurando, através das cartas, debater dúvidas que lhe vão surgindo e conselhos sobre as fases de aprendizagem em que se encontra.

As cartas são veículo de discussão de variadíssimos temas, que começam por ter um cariz mais global e, à medida que Meg vai evoluindo no estudo da disciplina, se vão tornando mais específicos do nível académico em que se encontra.

Assim, "Cartas a uma Jovem Matemática" começa por chamar à atenção do leitor para a presença da matemática em tudo o que o rodeia, destacando a nova dimensão estética que esta atribui à realidade. Salienta ainda a distinção entre aritmética e matemática, no sentido de fazer entender a Meg que o que tinha aprendido até ao final do ensino secundário era essencialmente aritmética.

Ao longo das várias cartas, outros assuntos vão sendo abordados como a importância da matemática para compreender os padrões na natureza, permitir a existência de TV por cabo e satélite ou o estudo de comportamentos e evolução de populações.

À medida que Meg vai evoluindo na sua formação académica, as cartas vão também debruçando-se sobre questões um pouco diferentes das anteriores, como os aspectos fundamentais no pensamento de um matemático, a forma como aprendem e o papel fundamental das demonstrações.

Podem encontrar-se referência a alguns problemas como o teorema de Fermat, a conjectura de Goldbach ou a impossibilidade da trisseção do ângulo com recurso a esquadro não graduado e compasso.

Finalmente, as últimas cartas, referentes às fases de doutoramento, pós-doutoramento e nomeação definitiva de Meg, focam-se mais em aspectos que têm a ver com dinâmicas de trabalho em meio académico.

"Cartas a uma Jovem Matemática" leva-nos a compreender a presença e importância da matemática, métodos usados em investigação, bem como dificuldades que surgem no seu estudo.

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